About Me

A minha foto
silvaescura
RESPEITO E CARÁCTER
Ver o meu perfil completo

A minha musica


Acerca de mim

A minha foto
Maia, Porto, Portugal
RESPEITO E CARÁCTER

OS MEUS VISITANTES

VISITANTES ON-LIN

O POPULAR AMÉRICO - "ENDIREITA" DE SILVA ESCURA DÁ NOME A RUA


O NOME DO POPULAR AMÉRICO "ENDIREITA DE SILVA ESCURA, fica perpetuado com designação de novo topónimo de uma nova rua da freguesia, situada bem nas trazeiras da sua moradia. A via que se situa bem com a dignidade que esta figura maiata merece, na Nova Urbanização, em Frejufe.


Para a história aqui fica uma breve nota da biografica de Américo Silva Santos.


Américo Silva Santos


Nascido a: 07.12.1932
Filho de: António Silva Santos
Emília Dias Duarte
Casou com a senhora D. Adélia Silva Torres em 26 de Dezembro de 1959.
Pai de duas filhas: Rosalina Silva Santos
Maria Adélia Silva Santos


Oriundo de uma família de 12 filhos, nasceu na residência onde hoje vive, uma moradia de seus pais, datada de 1681, situada na Travessa Central de Frejufe.

Completou apenas o 3º ano de escolaridade, mas afirma ter sido «um bom aluno e que era imbatível na memória».

Américo Silva Santos é, por excelência, uma figura de relevo da freguesia de Silva Escura e do concelho da Maia. Conhecido pela sua generosidade e inegáveis dotes para prestar o trabalho da designada “medicina popular”, no qual tem-se notabilizado no conserto de ossos fracturados e ou das partes moles que rodeiam as articulações.

É hoje conhecido no País pelo senhor Américo “Endireita”, e a sua casa, por dia, recorrem aos seus préstimos uma média de 80 pessoas. Faz o seu ofício generosamente. Diz que quando coloca a mão na pessoa que o procura faz o «“trabalho” apenas com o sentimento e a preocupação de aliviar a dor e o sofrimento do paciente».


Foi através de uma senhora idosa D. Joaquina (já falecida) que lhe ensinou o ofício e lhe disse que ele teria mais condições para continuar a fazer este tipo de trabalho. «Estava talhado e com boas mãos». Assim, Américo Santos afirma que este foi um dom que Deus lhe deu.

É também conhecido pelo trabalho que vem desenvolvendo na paróquia de Silva Escura. Em 1944 que começou como ajudante de missa, do Reverendo Padre António Francisco Sousa.Ainda na paróquia assumiu o cargo de Juiz da Cruz em 1970; e ainda a tarefa de tocar o sino e o zelo das alfaias da igreja.


António Armindo Soares

A TRADIÇÃO DAS CORRIDAS DE CAVALO NA MAIA



A tradição das Corridas de Cavalo

As primeiras corridas portuguesas a galope remontam há mais de um século. Depois de um interregno de várias décadas, a Maia retirou-a das cinzas e, há mais de vinte anos, apresentou a primeira prova em forma de "popular". Popular ou não, é na freguesia maiata, Silva Escura, que a tradição dá a cara e consegue fazer afluir até si muitos milhares de espectadores, tal como acontece nas corridas que se realizam em Março e Abril. De realçar que uma das principais corridas, incluída no Campeonato da Liga, as suas receitas reverte a favor da Festa em Honra de Santo António, Silva Escura.
No entanto, vamos recuar no tempo para dar conta de um breve historial destas corridas:
Tudo começou há longos anos. Em Silva Escura ditavam os costumes que por tudo se deviam agradecer às autoridades divinas. A esta forma de ser está intimamente ligado o facto de o concelho ser fortemente rural. Actualmente já não é bem isso, mas de algum modo mantém-se. Assim, era costume que todos os anos, a 25 de Março, o povo se agregasse para prestar culto a Santo António (onde numa capelinha fixada no ponto mais alto da freguesia se venera a sua Fé), protector dos animais. O gado, enfeitado, com fitinhas coloridas e com flores – qual deles o mais engalanado - dava a volta à capelinha e mostrava a todos os presentes na Feira qual o mais bem apresentado.
As pessoas vinham de perto e de muito longe e passavam o dia da melhor forma possível. Entre copos de vinho e outros condimentos do farnel aparecia a romaria. Também, entre as diversões, na tradicional feira do gado bovino, apareciam por lá alguns cavalos; começava então aí alguém a fazer apostas em como o seu cavalo era o mais rápido... davam-se logo os primeiros passos. Ninguém queria perder, todos juntos, mais ou menos uma dezena, largavam-se no início da íngreme subida que dá acesso ao monte e, no final, o primeiro a chegar recebia o prémio de 300 escudos e um presunto ou bacalhau.
Anos mais tarde, as provas assumiram regularidade e espectacularidade, na qual começaram a vir até a esta localidade maiata dezenas de proprietários de cavalos, muitos deles fixados do Centro a Norte do País. Era no antigo campo da família “Rocha”, na Rua Central da Cavadinha, onde hoje está sediada a moradia de José Sereno, empresário da Soneres.
Agora a realidade é outra, as Corridas assumiram o carácter semi-profissional e há um conjunto de regras que a Liga faz fazer prevalecer, a bem progressão e valorização da modalidade.
O que falta, de facto, para que a indústria do Desporto Equestre singre de vez em Terras da Maia?
Em primeiro lugar de melhores condições, isto é, de um circuito seguro para cavalos e jóqueis.
Segundo que o Hipódromo tenha de facto a dignidade que merece. O público, merece, também estar mais e melhor acomodado quando presencia as corridas. E outras infra-estruturas necessárias, que são muitas, mas que não me competem a mim dar a resposta, mas sim aos responsáveis pelos terrenos do actual espaço do “hipódromo” municipal.

António Armindo Soares

MEGA JANTAR PARTE - CONCLUSÃO


ESTA é, de facto o remate final. Demonstra o diálogo cordial e amistoso dos candidatos e presentes no repasto, realizado em Vermoim.




António Soares

MEGA JANTAR PARTE VI


Para rematar o grande evento que jamais se viu em termos de política na Maia, seria insensível se, também, não recordásse a presença, em fotografia, da presença do amigo Bernardino Costa Pereira, antigo presidente da Comissão Política do PSD/MAIA.


ANTONIO SOARES

MEGA JANTAR PARTE IV


Não podia ignorar a presença do meu estimado amigo António Domingos Tiago.

Assim aqui fica o registo para a história da sua digníssima participação no Mega - Jantar.


António Soares

MEGA JANTAR PARTE III


DESCULPEM qualquer coisinha! Mas deu-me para recordar e reavivar as memórias a muitos dos nossos poplíticos, principalmente os bons que cá temos. Aos outros a quem designam de "Borboletas", porque são a qualidade de políticos que estão presentes quando têm o poder ao seu serviço, quando notam que este ou aquele não pode alcançar o topo do poder, toca a debandar para este ou aquele que maior peso político. Eu a estes não chamo de "Borboletas" mas sim, de Botas de Elástico, e sem saberem o que fazem na política. Andam lá porque lhes convém e lhes dá um jeitão.

Aos "Botas de Elástico" dou um conselho: vão aprender a estar e a fazer política. Mas aprendam sobretudo a escola de Valores e de Princípios, a aquela Escola de que a doutrina do PSD se baseia e nos faz lutar por ideais.


António Soares

MEGA JANTAR PARTE II


Mais uma foto que recorda o mega-jantar, o maior de sempre que há memória, onde apenas um político cá da "Praça" esteve ausente... Dizem as má línguas que esteve em descanso e a resfriar as orelhas... depois de uma aula que não lhe correra bem e o Professor mandou-o tirar umas férias.


António Soares