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EB1 de Frejufe Solidária com S. Tomé e Príncipe
















Perto de 6500 crianças das 45 Escolas EB1 e Jardins-de-infância do concelho da Maia recolheram 287 caixas de brinquedos e material didáctico.
A iniciativa, promovida pelo pelouro da Juventude da Câmara Municipal da Maia, entre os dias 14 e 17 de Dezembro, envolveu cerca de 6500 alunos de todas as escolas do Ensino Básico e Jardins-de-Infância do concelho.
É a consequência da edição de 2009 do programa de animação natalícia «Um Natal sem Igual», que foi entregue no passado dia 13, no Fórum Jovem, por alguns alunos da escola EB1 de Frejufe, à FAMA - Fundação Aurélio Martins e à Associação para a Cooperação, Cultura e Desporto entre Portugal e S. Tomé.
As 28 crianças da Escola EB1 de Frejufe, que representaram os cerca de 6500 alunos do ensino básico e jardins-de-infância do concelho da Maia envolvidos no programa, vestiram-se a regra, com as cores da bandeira de S. Tomé e Príncipe, e dançaram música africana para os presentes. Depois, leram um texto, que patenteava o espírito solidário que experienciaram, e ofereceram um exemplar a cada uma das entidades presentes. Bragança Fernandes recebeu também um quadro feito pelas crianças. Como forma de agradecimento pela sua participação na iniciativa e pela animação e colorido que proporcionaram o presidente da Câmara convidou-os para uma visita ao seu gabinete.
O material recolhido vai agora seguir para S. Tomé e Príncipe, com a colaboração da Fábrica de Tintas KAR, que oferece o transporte marítimo dos referidos bens.

Fonte: MaiaHoje

A FESTA E O SORRISO DAS CRIANÇAS























O espectáculo circense deu ao evento as magias natalícias e brincadeiras para fazer rir e animar o público mais jovem, em especial as 125 crianças que foram contempladas com a prendinha que a Junta de Freguesia ofertou.Como é habitual, o salão paroquial ficou repleto e a alegria esteve ao rubro, numa actividade que o presidente da Junta, José Torres Sousa Dias disse estar «com orgulho», por sentir que o espectáculo «agradou a todo o público presente». E lembrou que desde o ano de 2002 que assumiu pela primeira vez o cargo de presidente, tomou «como importante a promoção de uma iniciativa do género, uma vez que até então nunca se fizera algo igual na autarquia. Esta é uma oportunidade de provocar o sorriso das nossas crianças, que bem merecem este nosso carinho».O autarca entende que a política de proximidade é assim que se faz, «estar ao lado daqueles que mais precisam. O Natal caracteriza e dinamiza a sociedade durante o mês que se atravessa. Nas ruas, nas escolas e nas casas. Os bolos e presentes, as ceias e festas de Natal espalham a alegria, solidariedade e a amizade. Com esta festa pretendemos também proporcionar algum calor humano à nossa população».José Torres Sousa Dias esteve acompanhado pelo seu Secretário António Soares e Tesoureiro, Fernandino Teixeira, mostrou-se «sensibilizado» por contar com as presenças da Presidente da Assembleia de Freguesia, Clarisse Monteiro, do Reverendo Padre José Silva, e da Coordenadora da EB1 de Frejufe, professora Ana Maria.A Junta organizou bem a distribuição dos brinquedos às crianças inscritas.

MARCHAS DE SANTO ANTÓNIO SILVA ESCURA



















































O cortejo das marchas populares foi uma iniciativa que mobilizou e dinamizou a freguesia de Silva Escura durante a realização da festa em honra de Santo António. O sino do adro da igreja batia às quase 22 horas de sábado, quando tiveram início as marchas populares, integradas na festa em honra de Santo António, em Silva Escura. Foram quase duas décadas de espera para retomar uma iniciativa que sempre foi de grande aceitação popular.O desfile teve o percurso habitual da procissão, ou seja, saída da igreja rumo à capela de Santo António.Animação, cor, e alegria levaram às ruas muitas centenas de pessoas, que tiveram o ensejo e presenciar a representação dos sete lugares da freguesia, Cavadinha, Sá, Frejufe, Xisto, Barroqueiro, Friães e Devesa. Ao popular “endireita” de Silva Escura, Américo Santos, coube a tarefa de “apadrinhar”, devidamente trajado e transportado numa charret de dois póneis, como se tratásse de um “rei” no desfile, que teve também a participação de três carros alegóricos.O presidente da Junta de Freguesia, Sousa Dias, demonstrou estar «contente pelo dinamismo e brio» que a festa conseguiu atingir, e de um modo especial, o “regresso” das marchas. «Foi uma iniciativa que muito nos honra e nos enche de orgulho. Vimos muita juventude nas ruas a dar cor e vida à nossa freguesia, o que foi, de facto um valor acrescentado», declarou o autarca.Sousa Dias disse ainda que a sua autarquia «colaborou, dentro das suas possibilidades», e reconhece o «trabalho louvável que a Comissão de Festas desenvolveu nesta difícil ocasião de grandes dificuldades económicas, mas todos reconhecem esta festa é essencial» para a freguesia.